Imposto de importação zerado para violão, sopro e microfone em outubro — e o que ficou de fora da lista
A partir de 1º de outubro de 2026, o Imposto de Importação cai a zero para uma lista fechada de instrumentos. Quem decide o seu caso é o código fiscal do produto, não a manchete.
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Cordas tocadas com arco: violino, viola, violoncelo e contrabaixo acústico. Outras cordas acústicas: violão, guitarra acústica e harpa. Metais: trompete, trombone e tuba. Demais sopros: sax, clarinete, flauta e acordeão. Mais o microfone sem suporte. Nesses códigos a tarifa aplicada vai de 16,2% para 0%.
Quem ficou de fora
Guitarra e contrabaixo elétricos seguem em 16,2%. Sintetizador e determinados teclados e pianos digitais, em 9%. Percussão, em 16,2%. E o microfone do código "outros" continua em 20%. A lista é fechada: o corte é por código fiscal, não por categoria intuitiva.
O que isso muda na sua compra
Muda: na importação pelo regime comum, esses códigos passam a 0% em 1º de outubro. Não muda: frete, seguro, câmbio, despesas aduaneiras e os demais tributos seguem na conta — ninguém informou quanto disso chega à etiqueta. E encomenda pessoal por Correios ou courier costuma cair no Regime de Tributação Simplificada, que tem regra própria.
O recado: A regra passa a valer em 1º de outubro de 2026 — hoje nada mudou. A base é a Resolução Gecex nº 926, de 24 de junho de 2026, publicada no Diário Oficial da União, com cobertura do Mundo da Música MM e da Guitarload em 11 de agosto. Salve este post e compartilhe com quem vive de música independente.
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